quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
As doencinhas do fim e do início do ano
As viagens e a falta de rotina do Vicente no final do ano resultou em probleminhas de saúde, como acontece com qualquer criança. Uma amidalite séria, com febre acima de 39º por vários dias e uma conjuntivite alérgica que nunca havia se manifestado. É penoso ver o Vicente doente. Ele é tão ativo que parece não ser a mesma criança quando está "ajojado" em função da febre e do mal-estar. Agora já está bem, ainda pingando o colírio no olho, mas praticamente 100%. Agora virão as férias de verão e espero que tudo seja mais fácil.
A nova babá
A Rosa começou a trabalhar conosco no dia 2 de janeiro. A vó Mariazinha e o vô Alceu vieram para cá para acompanhar o período de adaptação do Vicente, já que eu e o Fábio não teríamos como ficar em casa nem um dia. Na véspera da chegada dela, já preparamos o Vi, dizendo que a Rosa viria na manhã seguinte, que brincaria e cuidaria dele. Toda vez que falamos nela, ele fala no Wellington. Lembra ainda da visita que os dois nos fizeram um tempo atrás.
Pois bem, a Rosa chegou na mesma hora em que o Vicente acordou. Beijos pra cá, beijo prá lá, Vicente deitou no sofá enquanto eu pedia em voz alta: Rosa, um leite para o Vicente, por favor. Ele me olhou e disse: água côco. Expliquei que naquela hora da manhã, era o momento de tomar o leite, que a água de côco viria mais tarde. Prontamente ele tirou o bico da boca e em voz alta disse: "Ósa, água côco!
Embora tenha me sentido absolutamente desautorizada nessa hora, fiquei feliz por ele já ter compreendido que ela seria a pessoa com quem ele contaria dali para a frente quando nós não estivéssemos em casa.
Pois bem, a Rosa chegou na mesma hora em que o Vicente acordou. Beijos pra cá, beijo prá lá, Vicente deitou no sofá enquanto eu pedia em voz alta: Rosa, um leite para o Vicente, por favor. Ele me olhou e disse: água côco. Expliquei que naquela hora da manhã, era o momento de tomar o leite, que a água de côco viria mais tarde. Prontamente ele tirou o bico da boca e em voz alta disse: "Ósa, água côco!
Embora tenha me sentido absolutamente desautorizada nessa hora, fiquei feliz por ele já ter compreendido que ela seria a pessoa com quem ele contaria dali para a frente quando nós não estivéssemos em casa.
Sem medo do Noel, desde que ele venha com chocolates
Todas as nossas incursões em busca do Noel no pré-Natal foram relativamente frustradas. Vicente nunca quis chegar muito perto. Não demonstrava medo e nem chorava, mas não tinha maior interesse pelo senhor barbudo, de roupa meio felpuda e relativamente suado que tinha a sua frente. Não sei se os 38ºC que fazia em Porto Alegre naqueles dias tem alguma coisa a ver... para mim teria.
No entanto, na volta do Natal em Tuparendi, paramos em um posto onde o Fábio encontrou um desgarrado Papai Noel. O sujeito descansava numa mesa da loja de conveniências e comentou com o Fábio que entregara presentes desde quinta-feira (já era terça da semana seguinte, dia 25). Fazia isso de bom grado, sem cobrar. Fábio falou do Vicente e o Noel se foi em direção ao carro com dois chocolates na mão.
Vicente nem exitou. Quando viu os chocolates, pouco se importou com a barba piniquenta, a roupa felpuda ou os 38ºC. Foi no colo, abraçou e beijou o Noel e voltou feliz da vida para o carro com seus dois chocolates.
No entanto, na volta do Natal em Tuparendi, paramos em um posto onde o Fábio encontrou um desgarrado Papai Noel. O sujeito descansava numa mesa da loja de conveniências e comentou com o Fábio que entregara presentes desde quinta-feira (já era terça da semana seguinte, dia 25). Fazia isso de bom grado, sem cobrar. Fábio falou do Vicente e o Noel se foi em direção ao carro com dois chocolates na mão.
Vicente nem exitou. Quando viu os chocolates, pouco se importou com a barba piniquenta, a roupa felpuda ou os 38ºC. Foi no colo, abraçou e beijou o Noel e voltou feliz da vida para o carro com seus dois chocolates.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Presentes
Já há algum tempo, quando perguntávamos para o Vi o que o Papai Noel traria para ele no Natal, a resposta era "pesente". Quando a pergunta era qual o presente, ele dizia "nete alelo". Traduz-se camionete amarela. Coincidência, senso comum, vidência ou seja lá o que for, entre os presentes de Natal e aniversário, ele ganhou três "netes". Da Mana, do Kanei e do Erlei. Duas azuis e uma vermelha. Nenhuma "alela", mas isso não teve a menor importância. As três estão estacionadas na sala lá de casa. Sua garagem é embaixo da mesa de centro.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Revezamento
Como acontece todo ano, final de ano é época de revezamento. Nos revezamos entre Tuparendi e Itapema para as festas com os familiares. Nesse ano, essas festas foram acrescidas de outras três: aniversário do Vicente, bodas de ouro do vô Alceu e da vó Mariazinha e formatura da Chana. Uma correria. Por bons motivos, mas ainda assim uma correria.
Nossa ausência
Quem visitou o blog nos últimos dias deve ter estranhado. Nenhum novo post. Pois é, passamos viajando para lá e para cá e não deu tempo de acessar um computador para escrever. Atualizarei brevemente com os últimos fatos.
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