sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Moma

Ontem eu e o Vicente fomos visitar a tia Norma. No caminho expliquei onde estávamos indo e tudo o mais. Ele foi o tempo todo repetindo "casa Vi, casa Vi", como se não estivesse a fim de ir a nenhum outro lugar que não fosse a sua própria casa. Pois bem, a tia Norma, que a essa altura já tinha se transformado em "Moma" no idioma do Vicente, tinha vários brinquedos, além de tomate e pepino na mesa do café e uma escada para o segundo andar que foi o objeto de desejo da noite. Não preciso dizer que o Vi não queria saber de ir para casa depois. Fez o trajeto da zona norte à sul repetindo "casa Moma, casa Moma"... Aí quando eu digo que ele é a criança de mais fácil adaptação que eu já conheci, as pessoas acham que é corujisse de mãe...

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Constrangimento

Eu sou uma mãe com uma característica muito peculiar: digo muito nome feio. Pois é, o Fábio me recrimina e eu tento me policiar, mas vira e mexe eu falo um. Já dá para imaginar o estrago que isso faz, não? Pois é, hoje a babá contou que ontem estavam brincando na pracinha do condomínio e havia uma senhora idosa sentada próxima, conversando com a babá e brincando com o Vicente. Ele deixou cair um dos brinquedos e imediatamente largou "uta eda". A senhora, felizmente, não entendeu e a Rosa disse a ela que também não...

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Nomes, confusões e explicações

Fazer o Vicente compreender que iríamos para o noivado do Rodrigo, nosso amigo, e não do Guigo, seu primo, que iríamos para Cruz Alta e não para a casa do Toto e Regi, e que o Falcão, cachorro do Rafa e do Guigo, não estaria lá, não foi tarefa fácil. Explicamos várias vezes e quando parecia que estava entendido, no silêncio do carro, Vicente disparou: "oivado Rafa"...

Não bastasse, quando chegamos lá, havia uma menina chamada Duda. Aí foi um tal de "a ota Duda" que só acabou ontem à noite, quando, na volta da viagem, passamos pela casa dos nossos cumpadres em Canoas e ele pôde brincar com a Duda original.

Nossas férias

Nossas férias começariam hoje, mas por uma série de fatores, tivemos que adiar por mais uma semana. No fim, foi até melhor porque, cansado como está, o Vicente vai gostar de passar mais uma semana em casa. Além do que, ele vai finalmente começar a rotina com a nova babá, já que até agora os avós ou as primas estavam conosco lá em casa.

Viagens

Sábado de manhã viajamos para Cruz Alta, para o noivado de um amigo, o Rodrigo. Quando saímos de casa, o Vicente acompanhou a função das malas e compreendeu que iríamos viajar. Ficou sossegado até o momento em que saímos do portão do condomínio. Quando o carro começou a se afastar ele começou a chorar de repente. Nos assustamos porque parecia que alguma coisa tinha acontecido, tipo uma picada de abelha, que acontece inesperadamente e dá uma dor aguda. Mas não. Quando ele conseguiu se acalmar e falar, só repetia "casa Vi, casa Vi". Fique morrendo de pena. Em outras palavras, me pareceu que ele queria dizer "não quero viajar de novo".

Óculos




Nosso presente de aniversário para o Vi, esse ano, foi um óculos de sol e um boné novo. Ele vivia andando com o meu óculos ou o do Fábio e como a oftalmologista recomendou, em função dos olhos claros, resolvemos investir no inusitado presente. Num primeiro momento ele se recusou a usar, mas em poucos dias já estava entusiasmado com o novo acessório. Aí em cima, são as fotos de um passeio que fizemos ao calçadão de Ipanema. Vejam como ele ficou "arrasador"!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

"Sujeirinha"

O Vicente ainda está com nojo do cocô. A cada novo episódio ele começa a dizer "limpa, limpa, limpa", antes mesmo de fazer qualquer coisa. A Chana, minha sobrinha psicóloga, recomendou que deveríamos deixar ele se sujar mais. Como ele está sempre de chinelo e pouco brinca na terra, por pura falta de oportunidade, não está nada acostumado com a sujeira.

Pois bem, eu obedeci. Hoje de manhã arrumei o baldinho com os brinquedos de areia e orientei a Rosa a descer com ele para a pracinha, chegando lá tirar o chinelo e ajudar ele a se sujar até os cabelos. Não deu certo, o guri se recusou a tirar o chinelo ou a brincar na areia, só quis ficar no balanço.

A partir de agora, dedicarei meus esforços a acabar com essa vida de guri de apartamento. Hoje à tardinha desceremos para o pátio munidos novamente de todos os acessórios necessários para uma boa brincadeira na areia, ensinarei o Vi a subir em árvores e andaremos descalços por todo lado. Deixe estar...