segunda-feira, 26 de abril de 2010
As atualizações
Se já estava difícil atualizar o blog enquanto eu estava de licença. Agora ficou mais ainda. Voltei a trabalha e os dias parecem que tem só duas horas. Mas hoje, fui forçadamente lembrada de "onde" estava o meu tempo de atualização antes da Martina nascer. Nos aeroportos. Congonhas fechado desde o início da manhã e eu sentada aqui no Salgado Filho esperando. E atualizando.
Um nome alternativo para o blog
O nome "Blog do Vicente Feliz" está em vias de ser extinto. Já que agora este blog conta também as histórias da Martina. Pensando em uma alternativa de nome que traduzisse o comportamento da pequena, assim como fiz com o Vicente, achei que o nome perfeito seria: "Blog do Vicente feliz e da Martina apaixonada por ele". Isso porque a irmã segue com os olhos e sorri para o Vicente o tempo inteiro. É um amor transparente, retribuído pelo irmão, que também não perde a chance de dar um beijinho nas bochechas gorduchas da Martina.
A demissão da Rosa
Quinta-feira passada a Rosa pediu demissão. Chegou ao fim nossa relação de mais de dois anos. Eu estou vivendo um lutinho ainda. Não foi fácil quando a Ana foi embora e não está sendo fácil agora. Fico com pena das crianças e fico com pena de mim. Mas enfim, faz parte da vida. Não falei nada para o Vi ainda, mas na noite passada, ele acordou de madrugada perguntando se já era dia. Eu disse que ainda faltava um pouco e seguiu-se o diálogo:
- A Rosa vem hoje, mãe?
- Sim, claro filho, por quê?
- Porque eu ouvi tu falar que ia arrumar outra babá.
- Ah, pois é, mas isso vai ser só quando eu encontrar alguém tão legal quanto a Rosa.
Morri de pena...
- A Rosa vem hoje, mãe?
- Sim, claro filho, por quê?
- Porque eu ouvi tu falar que ia arrumar outra babá.
- Ah, pois é, mas isso vai ser só quando eu encontrar alguém tão legal quanto a Rosa.
Morri de pena...
Vitor e Leo
Há muito que eu queria comprar um CD do Vitor e Leo. Todo mundo fala deles e eu não sabia sequer uma música. Pois bem, comprei e o CD roda sem parar no meu carro. Com isso, a dupla ganhou além de mim, mais um fã: o Vicente. Ele entra no carro e pede para ligar. Quando chegamos na escola e a música ainda não acabou, ele pede para ficar sentado até terminar e, o melhor de tudo, além de já saber vários trechos de várias músicas, ele também as interpreta. Esses dias, ouvindo um trecho que dizia "numa noite estranha a gente se estranha e fica mal", ele comentou: "Isso aí é verdade mãe. Uma noite estranha eu me estranhei e fiquei mal. Ouvi uns barulhos e fiquei com medo".
Ouvi-lo cantando,então, é impagável.
Ouvi-lo cantando,então, é impagável.
quarta-feira, 10 de março de 2010
A primeira grande dor
Ontem a Martina fez as vacinas dos dois meses.Entre elas a DPT (difteria-coqueluche-tétano), que pode causar uma série de reações. Pois na Martina causou. Eu não lembrei de dar um remedinho para a dor antes da aplicação da Vacina, como fiz quando o Vicente tinha a mesma idade. Feita a picada, a nossa pequena chorou aquela quantia básica, mas logo se acalmou. Saímos do posto, fomos ao super e, em seguida, pegar o Vi na escola. Já estávamos em casa quando, do meio da sua calmaria sonolenta, Martina soltou um berro de dor e começou a chorar. Um choro diferente de todos já praticados até hoje. Um choro de dor, acompanhado de um olhar apavorado que parecia dizer "o que é isso que está acontecendo comigo?".
O Fábio teve que sair correndo para a farmácia para comprar tylenol bebê, pois na hora de medicar, nos damos conta de que o que usamos para o Vicente (tylenol criança), não serve para a Martina. Medicada, ela foi se acalmando aos poucos, mas toda a vez que movimentava a perna, chorava de novo. Improvisei uma tala com o meu próprio braço e a segurei na mesma posição, sem permitir que ela mexesse a perninha picada, até o remédio fazer efeito. Deu certo. Depois, repeti a dosagem de tylenol de quatro em quatro horas até de manhã, o que permitiu que ela conseguisse dormir, mesmo com uma derradeira dorzinha que a fazia emitir pequenos gritinhos toda vez que mexia a perninha.
E, dessa vez, tenho que confessar que não se aplicou aquele meu discurso usual de que com o segundo filho tudo é mais leve, mais fácil e mais simples. A angústia em ver o segundo filho sofrendo é tão grande quanto a de ver o primeiro.
O Fábio teve que sair correndo para a farmácia para comprar tylenol bebê, pois na hora de medicar, nos damos conta de que o que usamos para o Vicente (tylenol criança), não serve para a Martina. Medicada, ela foi se acalmando aos poucos, mas toda a vez que movimentava a perna, chorava de novo. Improvisei uma tala com o meu próprio braço e a segurei na mesma posição, sem permitir que ela mexesse a perninha picada, até o remédio fazer efeito. Deu certo. Depois, repeti a dosagem de tylenol de quatro em quatro horas até de manhã, o que permitiu que ela conseguisse dormir, mesmo com uma derradeira dorzinha que a fazia emitir pequenos gritinhos toda vez que mexia a perninha.
E, dessa vez, tenho que confessar que não se aplicou aquele meu discurso usual de que com o segundo filho tudo é mais leve, mais fácil e mais simples. A angústia em ver o segundo filho sofrendo é tão grande quanto a de ver o primeiro.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Consultas e vacinas
Levei a Martina para a "revisão" dos dois meses com a Dra. Lúcia na semana passada. De novo a nossa fofucha ganhou 10 com estrelinhas. Está com 4,800kg e 53cm. Mas como não é só de alegria que se vive, ganhou também uma listinha básica de vacinas para serem feitas esta semana. Serão três e vou fazê-las amanhã de manhã. E como a Dra. Lúcia estava decidida a sair picando todo mundo, sobrou lista de vacinas até para o Vicente, que nem estava junto. A primeira delas foi a da varicela, que já fizemos essa semana. Aliás, foi muito engraçado porque ele usou todos os argumentos possíveis para não fazer a "picadinha de mosquito". Como não adiantou, na hora que chegamos na clínica, ele começou a chorar. Fizemos a vacina e na saída, propus que fôssemos brincar um pouco no parquinho do shopping. Eu afirmei que até chegarmos lá, a dor já teria passado. Excelente ideia. O Vi deu um passo e disse que tinha passado um pouco. Mais um passo e disse que tinha passado mais um pouco. Avistou a fachada e avisou que a dor tinha passado completamente. Aí pediu para eu tirar o micropore e foi brincar.
À noite, em casa, eu disse para o Vi contar para o papai como tinha sido a vacina e como ele tinha sido corajoso. Ele se virou para o Fábio e disse: "não fui corajoso nada, eu chorei antes da picada".
Ele nunca mente.
À noite, em casa, eu disse para o Vi contar para o papai como tinha sido a vacina e como ele tinha sido corajoso. Ele se virou para o Fábio e disse: "não fui corajoso nada, eu chorei antes da picada".
Ele nunca mente.
A sua imagem e semelhança...
Filha de quem é, Martina não poderia ser diferente. É pura simpatia com todo mundo como o pai, e fala pelos cotovelos como a mãe. Sim, basta alguém se aproximar, sorrir e falar com ela que a pequena devolve tudo do mesmo jeito: sorri e conversar com muitos "angrrrr's" e gritinhos. É um amor. Até filmei um pouquinho esses dias mas ainda não tenho o vídeo para publicar aqui. Terão que conferir ao vivo, amigos.
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